Não seriam essas debilidades qualitativas de um gigante quantitativo de pés de barro – a Igreja Evangélica no Brasil – sinais evidentes do distanciamento e do esquecimento dos postulados sempre atuais da Reforma Religiosa do Século XVI?
O estudo, a promoção e a atualização da Reforma é tarefa de cada geração, e quando isso não ocorre, o povo pode se perder.
Como Anglicanos, nossas raízes celtas, nossa passagem por Roma e nossa contemporaneidade, não minimizam a centralidade do fato de que somos legítimos herdeiros da Reforma, e que essa fidelidade com moderação e bom senso é algo que a nação precisa, e que a nós o Senhor da Igreja nos deu como responsabilidade partilhar para construir.
Que o Senhor nos conceda a coragem de Lutero, a lucidez de Calvino, e a visão de Cranmer.
Sola Scriptura, Solus Christus, Sola Gratia, Sola Fide... Ad Majorem Dei Gloria!


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