Mostrando postagens com marcador Jean wylllys. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jean wylllys. Mostrar todas as postagens

26 maio, 2011

Opniões: Jean Wyllys, Marco Feliciano, Jair Bolsonaro e outros: Repercussão e opiniões sobre o veto ao Kit Anti-homofobia

Jean Wyllys, Marco Feliciano, Jair Bolsonaro e outros: Repercussão e opiniões sobre o veto ao Kit Anti-homofobia
Enquanto alguns comemoram, outros lamentam o veto ao kit anti-homofobia. Neste dia 25 de maio todo o conteúdo do chamado kit gay foi proibido pela Presidente após analisar e tomar conhecimento da forte pressão que a Bancada Evangélica fez.
Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Um dos primeiros a se pronunciar contra a decisão foi o ex BBB e hoje deputado Jean Wyllys. O militante gay classificou em seu Twitter como chantagem as medidas tomadas pela Bancada Evangélica e mandou um recado para a Presidente: “Ceder à chantagem – não há outro nome – dos inimigos da cidadania plena é fazer, de seu mandato, um lamentável estelionato eleitoral. O que LGBTs e pessoas de bom senso esperavam da senhora, presidenta, era um mínimo de espírito republicano e vontade de proteger a TODOS”. Wyllys também sugeriu a homossexuais um boicote a Presidente Dilma nas próximas eleições: “Então, espero que, na próxima eleição, presidenta, os LGBTs despertem sua consciência política e lhe apresentem também sua fatura: não voto!”
Já o Deputado Pastor Marco Feliciano, diretamente ligado a luta da Bancada Evangélica contra o kit gay, afirmou que sofre perseguições por defender certas bandeiras, sendo chamado junto com outros deputados de fundamentalista e medieval: “Estamos lutando, sofrendo ataques e sendo acusados de homofóbicos”. O Pastor também classificou como gratificante “ver a unidade das frentes, católicos, evangélicos, todos juntos por um bem comum” e finalizou: “Merece um Glória Deus!”
O presidente da ONG Ação Brotar pela Cidade e Diversidade Sexual (ABCD’S), Marcelo Gil, reprovou a atitude da Presidente Dilma: “É um retrocesso na caminhada pelos direitos dos homossexuais. É também uma forma de maquiar a homofobia nas escolas”. A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) declarou em nota oficial que “com a suspensão do kit, os jovens alunos e alunas das escolas públicas do Ensino Médio ficarão privados de acesso a informação privilegiada para a formação do caráter e da consciência de cidadania de uma nova geração”.
O polêmico deputado Jair Bolsonaro se mostrou feliz com a suspensão do kit anti-homofobia: “Veio bastante tarde, mas vou ser obrigado a elogiar a Dilma”, ele acredita que o material na verdade faz apologia a homossexualidade: “Esse material todo foi confeccionado por grupos LGBT. Você acha que grupos LGBT vão querer acabar com o homossexualismo nas escolas ou vão querer ter mais gente no time deles?” Jair se diz preocupado com o efeito que o kit gay faria nas crianças: “Imagina essa garotada vendo os filmes, ia ter menino chegando em casa, o Pedrinho chegando em casa: ‘Papai, to namorando o Joãozinho’ e o pai: ‘o que é isso?’ ‘não, eu vi num filme que diz que menino que namora menino tem 50% mais de chance de ser feliz do que menino que namora menina’. Fica difícil você aceitar um material dessa natureza.”
No último domingo, 22 de maio, o programa Domingo Espetacular da TV Record exibiu uma reportagem especial sobre o kit gay com a opinião de diversos especialistas, populares e pessoas ligadas a confecção do material teoricamente anti-homofobia.

22 março, 2011

Jean Wyllys acusa pastores de incitar o racismo Por receber ameaças pela internet o deputado se defende ofendendo pastores evangélicos

Na sexta-feira passada, dia 18, o deputado federal Jean Wyllys (Psol – RJ) disse que sofreu três ameaças de morte pelo Twitter. O deputado que é ex-participante do Big Brother Brasil atribui essas ameaças a fanáticos religiosos que se opõem a ele por defender no Congresso a aprovação de direitos civis entre pessoas do mesmo sexo.
Jean Wyllys é o primeiro parlamentar homossexual assumido e desde os primeiros dias como deputado promete afrontar a Frente Parlamentar Evangélica para impor as leis que favorecem o casamento entre homossexuais. Diante dessas ameaças ele acusa os pastores de incitar o racismo.
“São fanáticos, são pessoas doentes”, afirma. “Não posso minimizar a responsabilidade dos pastores evangélicos nisso, porque eles conduzem as pessoas demonizando minorias”.
As mensagens encaminhadas ao deputado pelo microblog diziam: “É por ofender a bondade de Deus que você deve morrer”.  A segunda falava: “Cuidado ao sair de casa, você pode não voltar”.  Já a terceira alertava: “a morte chega, você não tarda por esperar”. Wyllys já adiantou que denunciará os casos à delegacia de crimes virtuais.
Ele usou seu perfil no twitter para mandar um recado: “Esses religiosos homofóbicos, fundamentalistas, racistas e enganadores de pobres pensam que me assustam com ameaças de morte!”
Fonte: Gospel Prime

28 fevereiro, 2011

Deputado homossexual reage aos evangélicos questionando igrejas

O deputado Jean Wyllys (foto), do PSOL-RJ, pretende colocar em discussão no Congresso Nacional a imunidade fiscal das igrejas e propor a abertura de sua contabilidade para saber o destino do dízimo.
O ex-BBB é o primeiro deputado que se elegeu colocando-se na campanha como representante dos homossexuais.
A proposta de examinar as contas das igrejas é um contra-ataque à articulação dos deputados evangélicos para derrubar a portaria do Ministério da Fazenda que autoriza a partir deste ano que homossexuais com união estável façam declaração conjunta do Imposto de Renda, beneficiando-se com abatimento.
O deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF) é quem está arregimentando apoio para invalidar a portaria. Um de seus   argumentos é de que a concessão do benefício fiscal é uma exceção, como se os homossexuais fossem cidadãos especiais, o que é ilegal porque a Constituição estabelece que todos são iguais perante à lei.
Ele disse que vai convocar o ministro Guido Mantega, da Fazenda, para tentar convencê-lo a recuar da medida.
Wyllys disse que também vai usar a ilegalidade e a exceção para questionar o regime fiscal privilegiado das igrejas. “Posso também exigir do ministro uma explicação por que as igrejas não prestam contas à sociedade. Se os partidos políticos prestam, por que igrejas não?”
Para Wyllys, a articulação dos evangélicos é homofóbica. Ele vai se reunir como lideranças que defendem as causas dos homossexuais, como a senadora Marta Suplicy (PT-SP), para organizar a reação aos evangélicos.
Fonseca, que é também pastor da Igreja Assembleia de Deus, disse que não aceita que o benefício aos gays seja aprovado apenas por uma “canetada”. “Tem de haver debate”.
Wyllys rebateu dizendo que a imunidade fiscal das igrejas também tem de ser questionada.
Fonte: Congresso em Foco.

Via: www.guiame.com.br